É claro que muitas coisas já estão resolvidas. Então, nada mais justo do que fazer uma retrospectiva em tempo recorde dos meus dois últimos meses mais ou menos. Neste primeiro posto, a pergunta que não quer calar: por que um mochilão?
Tá, não era para ser um mochilão. Pronto, falei. Até porque nunca tinha me imaginado querendo ou planejando fazer algo assim, apesar de sempre ter achado super hiper bacana.
Eu ia sair de férias, sozinha e não sabia o que fazer. Seriam trinta dias e, fala sério, ficar todo esse tempo em casa, em São Paulo, seria simplesmente brochante. Então, diante da grana que eu tinha tomei uma decisão: iria a Buenos Aires.
Até aí, tudo normal. Mas começei a pesquisar na internet quanto gastaria, quanto money precisaria ter e aí me dei de cara com a ideia de mochilar. Eu gastaria pouco, conheceria pessoas e, principalmente, culturas. Vidrei!!! Sim, essa é a palavra vidrei na ideia e comecei a querer isso de toda maneira.
Afundei na ideia, que virou sonho, se transformou em desejo. E quando eu boto uma ideia na cabeça, ela pode demorar, mas acontece!!!






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